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A Polícia Civil investiga a morte de Rodrigo da Silva Santos e de Hynara Santa Rosa da Silva. O casal de influenciadores eram conhecidos nas redes sociais como DG e Naroka Sorteios.



A Polícia Civil da Bahia investiga a morte de Rodrigo da Silva Santos, e Hynara Santa Rosa da Silva. O casal de influenciadores, nas redes sociais, acumulava mais de 100 mil seguidores até domingo e eram conhecidos como DG e Naroka Sorteios. Eles foram baleados no tórax e na cabeça


A Polícia Civil da Bahia, investiga a morte de Rodrigo da Silva Santos, 33 anos, e Hynara Santa Rosa da Silva, de 39, que trabalhavam com a venda de rifas na internet e mortos a tiros, no último domingo, em uma praia na Barra do Jacuípe, em Camaçari, cidade da Região Metropolitana de Salvador. O casal de influenciadores, nas redes sociais, acumulava mais de 100 mil seguidores até o domingo e era conhecido como DG e Naroka Rifas. DG e Naroka Rifas tinham dois filhos e ostentavam uma vida de luxo. Os corpos de Rodrigo e Hynara foram levados para o Instituto Médico Legal de Salvador.


Vendas das rifas

O casal vendia as rifas através das redes sociais e os prêmios variavam entre R$ 6 mil e R$ 50 mil. 
Como incentivo para que mais pessoas participassem, os ganhadores gravavam vídeos das rifas do casal.

 A advogada criminalista Amanda Quaresma, afirma que apesar de não serem tipificadas como crime, as rifas são uma contravenção penal, ou seja, uma infração de menor gravidade para a sociedade.


Vítima presa por estelionato

Hynara Santa Rosa da Silva, a Naroka, foi condenada por estelionato em dezembro de 2019. Segundo o Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), ela recebeu pena de oito meses de reclusão, além de sete dias de multa


Naroka foi presa em flagrante por uso de documento falso, para fazer saque em um banco no bairro da Pituba, em Salvador, no dia 19 de janeiro de 2016. Em seguida, Naroka saiu da agência para entregar o dinheiro a um comparsa, que não foi identificado. 

Ainda de acordo com informações divulgadas, antes de sair, Hynara avisou a uma funcionária do banco que retornaria à agência para fazer uma transferência, via TED, no valor de R$ 25 mil, também a partir da conta da vítima. 

Quando a rifeira retornou ao banco para realizar transferência, a Polícia Militar já estava no local e fez a prisão em flagrante.



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