Choro e despedida: um dia após posse de Lula, apoiadores de Bolsonaro desmontam barracas e embarcam de volta para casa
Redação - Paraná Entretenimento
Na manhã desta segunda-feira, alguns apoiadores desmontavam suas barracas, enquanto outros embarcavam em ônibus fretados para voltar para casa em outros estados.
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| Aliados de Bolsonaro criticam ex-presidente no fim do governo: ‘Decepcionante’ |
Aliados de Bolsonaro criticam ex-presidente no fim do governo: ‘Decepcionante’
Pela manhã, um grupo de 50 pessoas do estado do Mato Grosso embarcava em um dos veículos após permanecer 15 dias acampado em Brasília. Participantes disseram que esperavam alguma reação dos apoiadores de Bolsonaro para ontem, dia da posse, algo que não aconteceu. "Estou triste porque fiz muitos amigos aqui, e agora sinto ser a hora de voltar para casa". Relatou uma "bolsonarista."
Embora boa parte das tendas e barracas ainda esteja montada no local, o Exército trabalhava na manhã desta segunda-feira para retirar estruturas deixadas pelos manifestantes. Dois caminhões guinchos davam suporte para desmontagem de barracas maiores. Um dos apoiadores de Bolsonaro que ainda permaneciam no local, o despachante Marcelo Joaquim Coelho, de 24 anos, disse que alguns dos manifestantes que foram embora deixaram as estruturas para trás na esperança de voltar. Segundo o Exército, cerca de 300 pessoas ainda permaneciam no local nesta segunda-feira, um número bem menor que as cerca de 2,5 mil pessoas que se concentraram lá no auge das manifestações antidemocráticas que contestavam, sem provas, o resultado das urnas e pedia uma intervenção dos militares para que Lula não assumisse o governo.
"No meio de dezembro, havia uma estimativa de 300 a 500 pessoas nos dias úteis, chegando aos fim de semana de 1.500 a 2500 pessoas.
A atualização agora é de 300 pessoas, mas existe a expectativa de que haja um esvaziamento ao longo da semana", diz uma nota encaminhada a imprensa. Um dos militares responsáveis pelo trabalho de retirada das tendas e barracas do local, identificado apenas como «cabo Rocha", afirmou que as estruturas retiradas ficarão guardadas no (QG) do Exército caso alguém queira recuperar depois.
Críticas
Na última quinta-feira, Flávio Dino, ainda na condição de futuro ministro, chegou a dizer estar convicto de que os acampamentos na frente dos quartéis do Exército estavam "em fase terminal". A Secretaria de Segurança do Distrito Federal chegou a ensaiar uma desocupação do local na sexta-feira, mas recuou após reação hostil dos acampados. Na manhã de hoje, a avenida principal na frente do (QG) foi parcialmente liberada e havia fluxo de carros no local.
Críticas
Na última quinta-feira, Flávio Dino, ainda na condição de futuro ministro, chegou a dizer estar convicto de que os acampamentos na frente dos quartéis do Exército estavam "em fase terminal". A Secretaria de Segurança do Distrito Federal chegou a ensaiar uma desocupação do local na sexta-feira, mas recuou após reação hostil dos acampados. Na manhã de hoje, a avenida principal na frente do (QG) foi parcialmente liberada e havia fluxo de carros no local.
A guarda do Exército continua monitorando o trânsito na região.
