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Desde o início da crise humanitária no litoral norte de São Paulo. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu uma ação conjunta de vários ministérios

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu uma ação conjunta de vários ministérios devido à chuva inédita de mais de 600 milímetros em menos de 24


Redação - Paraná Entretenimento

Por Gilson Proença






O Litoral norte de São Paulo, principalmente a cidade de São Sebastião, sofreu a mais poderosa tempestade.
Em 15 horas, a precipitação foi de 683 milímetros de água, mais do que choveu em todo o verão passado.

A enxurrada levou ao desabamento de terra da Serra do Mar e, somada à falta de planejamento urbano e ao enxugamento crescente dos recursos para atendimentos de emergência climática, destruiu dezenas de casas e deixou dezenas de mortos e desaparecidos. Segundo balanço da Defesa Civil do estado, 45 pessoas morreram em São Sebastião, das quais 34 na Vila do Sahy.


Confira; As principais ações básicas emergenciais do governo federal;



A enxurrada levou ao desabamento de terra da Serra do Mar e, somada à falta de planejamento urbano e ao enxugamento crescente dos recursos para atendimentos de emergência climática, destruiu dezenas de casas e deixou dezenas de mortos e desaparecidos. Desde o início da crise humanitária no litoral norte de São Paulo, O presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu uma ação conjunta de vários ministérios devido à chuva inédita de mais de 600 milímetros em menos de 24 horas. O governo de São Paulo e as cidades mais afetadas. O trabalho vai desde a busca e resgate de vítimas de enchentes e deslizamentos de terra até o envio de pessoal e maquinário para restaurar estradas e rodovias e fornecer assistência médica e suprimentos essenciais. Simultaneamente, ministérios e órgãos da área social anunciaram a expectativa de benefícios como o Bolsa Família e a possibilidade de saque emergencial do FGTS.

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional decretou estado de calamidade pública em seis municípios (São Sebastião, Caraguatatuba, Guarujá, Bertioga, Ilhabela e Ubatuba). 


O Ministério de Portos e Aeroportos coordenou a destinação de R$ 2 milhões da autoridade Portuária de Santos para doação de mantimentos. A pasta organizou uma coleta de mantimentos, água, produtos de limpeza e outros artigos, arrecadando um total de 40 toneladas. Os itens já foram despachados do Porto de Santos, no navio patrulha da Marinha Guajará, para o Porto de São Sebastião.

A Caixa Econômica Federal anunciou que habilitará seis municípios que tiveram o estado de calamidade pública decretado para uso do saque calamidade do FGTS. O limite para retirada é de R$ 6.220. O limite para retirada é de R$ 6.220.


A Receita Federal destinou mais de R$ 11 milhões em mercadorias apreendidas para o Fundo Social de São Paulo atender à população afetada pela chuva no litoral norte paulista. São mais de 60 toneladas de mercadorias, entre calçados, roupas, artigos de higiene pessoal, materiais de limpeza e itens de cama, mesa e banho. Os produtos serão levados pela Defesa Civil para as cidades de Ubatuba, Caraguatatuba, São Sebastião e Bertioga.

O Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) vai permitir o pagamento do Bolsa Família com flexibilidade aos municípios em estado de calamidade no litoral norte paulista. O pagamento de março será unificado, no dia 20, para todas as famílias dos municípios atingidos. A flexibilização também vale para o calendário de fevereiro.