O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve se encontrar com Jean Paul Prates, presidente da Petrobras, para avaliar medidas alternativas à desoneração de combustíveis, que termina em 1º de março.
Medida editada no governo Jair Bolsonaro (PL) e prorrogada por Lula (PT) por meio de medida provisória válida até o final de fevereiro. O objetivo, segundo assessores do presidente, é saber se a companhia tem como absorver parte do impacto do fim da desoneração.
Se a Petrobrás decidir não estender a isenção e nada fizer para substituí-la — a gasolina deve subir R$ 0,69 o litro, enquanto o álcool R$ 0,24, segundo a Associação Brasileira das Importadoras de Combustíveis (Abicom).
O custo da desoneração para os cofres da União faz com que o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, se oponha à prorrogação da medida — na pasta, a aposta é que isso não vai acontecer
A redução do ICMS e dos impostos federais nos combustíveis, que foi prolongada por 60 dias logo no início do governo do presidente Lula, deverá ser decidida visto em breve, visto que a medida termina no dia 1º de março.
Redação - Paraná Entretenimento
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