Influenciador do Paraná, suspeito de Movimentar Milhões com 'Jogo do Tigrinho', está foragido em Dubai, Diz Polícia.
Influenciador paranaense, Eduardo Felipe Campelo, torna-se alvo de uma investigação policial por supostamente lesar vítimas através do Jogo do Tigrinho, uma plataforma online de jogos de azar. Mas a trama ganha contornos ainda mais surpreendentes quando se descobre que ele não está apenas fugindo da justiça, mas sim, desfrutando da vida em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos.
A Polícia Civil do Paraná emitiu um cartaz de procurado com o nome e a imagem de Campelo, enquanto nas redes sociais, ele se gaba de sua estadia em Dubai, inclusive promovendo o jogo que é objeto de investigação. Campelo, juntamente com outros dois influenciadores da região de Curitiba, é suspeito de movimentar uma quantia impressionante de dinheiro, estimada em pelo menos R$ 12 milhões, através da plataforma de apostas. Os crimes investigados abrangem desde estelionato até lavagem de dinheiro e crime contra economia popular.
Na sequência dos acontecimentos, a polícia prendeu outros envolvidos no esquema, incluindo os influenciadores Gabriel Barbosa Vieira e Guilherme de França Abreu, além da esposa de Gabriel, que também foi alvo de mandado de busca e apreensão por sua suposta participação na divulgação do jogo de azar.
A operação resultou na apreensão de uma quantia considerável em dinheiro, veículos e celulares nos endereços relacionados aos investigados. Segundo a polícia, os suspeitos utilizavam vídeos encenados para atrair mais jogadores, prometendo ganhos fáceis e consecutivos no jogo.
Enquanto isso, o advogado que representa os influenciadores argumenta que as prisões são ilegais e, no caso de Campelo, alega que sua ida a Dubai era apenas a passeio, garantindo que ele retornará ao Brasil para se apresentar à Justiça.
Entretanto, a investigação revela que Campelo deixou o Brasil sem autorização judicial, mantendo uma vida luxuosa em Dubai e continuando a promover o Jogo do Tigrinho. O delegado responsável pelo caso ressalta que a prisão do influenciador demandará cooperação jurídica internacional entre Brasil e Emirados Árabes Unidos, com possibilidade de extradição para que ele responda pelos crimes em solo brasileiro.
- Suspeito e Foragido: Eduardo Campelo, influenciador paranaense, suspeito de lesar vítimas através do Jogo do Tigrinho, está foragido em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, conforme afirmação da Polícia Civil (PC-PR).
- Procurado: Um cartaz de procurado com nome e imagem de Campelo foi divulgado pela polícia. O suspeito tem compartilhado fotos e vídeos nas redes sociais, inclusive fazendo propaganda do jogo.
- Valor Movimentado: Campelo e outros dois influenciadores da região de Curitiba são suspeitos de movimentar pelo menos R$ 12 milhões de reais com a plataforma de apostas.
- Investigação Policial: A polícia investiga crimes de estelionato, organização criminosa, lavagem de dinheiro e crime contra economia popular relacionados ao caso.
- Pedidos de Prisão: Além de entrar na lista paranaense de foragidos, a PC-PR pediu a inclusão do nome de Campelo na Interpol.
- Prisões Anteriores: Na mesma operação, os influenciadores Gabriel Barbosa Vieira e Guilherme de França Abreu foram presos. A esposa de Gabriel também foi alvo de mandado de busca e apreensão.
- Bens Apreendidos: Durante a operação, foram apreendidos mais de R$ 12 mil em dinheiro vivo, três carros, uma motocicleta e celulares nos endereços em Colombo e Fazenda Rio Grande, na Região Metropolitana de Curitiba.
- Atração de Jogadores: Os suspeitos atraem jogadores postando vídeos onde aparentemente ganham várias apostas consecutivas, mas a polícia afirma que tudo é encenado.
- Defesa dos Suspeitos: O advogado Jackson Balls, que defende os influenciadores, considera os pedidos de prisão ilícitos. Ele afirma que Campelo foi para Dubai a passeio e planeja se apresentar à Justiça ao retornar ao Brasil.
- Situação em Dubai: Campelo está promovendo o Jogo do Tigrinho em Dubai e exibe uma vida luxuosa nas redes sociais. Autoridades brasileiras buscam cooperação internacional para sua prisão e possível extradição.

