O ex-presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, foi diagnosticado com câncer de próstata avançado, uma forma agressiva da doença que já se espalhou para os ossos. A informação foi divulgada neste domingo, 18 de maio, pela assessoria de imprensa do político democrata, que atualmente tem 82 anos.
Segundo o comunicado, Biden procurou um médico na última semana após apresentar problemas urinários. O diagnóstico foi confirmado na sexta-feira (17), revelando um tumor de alto grau, classificado com pontuação 9 de 10 na escala Gleason, que avalia a agressividade das células cancerígenas.
Essa pontuação indica um câncer de alto risco, com grande potencial de metástase rápida, de acordo com informações do Cancer Research UK, instituição britânica especializada em oncologia. No caso de Biden, o tumor é considerado dependente de hormônio, o que oferece perspectivas de controle por meio de tratamentos hormonais específicos.
Família avalia opções de tratamento
O ex-presidente e sua família estão em diálogo com especialistas para definir o melhor plano terapêutico. Apesar da gravidade do quadro, há expectativas de que o câncer possa ser controlado, já que se trata de um tipo sensível à manipulação hormonal.
Apoio bipartidário após o diagnóstico
Após a divulgação da notícia, Biden recebeu mensagens de apoio de líderes políticos de diferentes espectros ideológicos. O presidente Donald Trump usou sua rede Truth Social para expressar solidariedade. “Estamos tristes ao saber do diagnóstico médico de Joe Biden. Estendemos os nossos mais calorosos e melhores votos a Jill e à família”, escreveu, em referência à ex-primeira-dama Jill Biden.
Saúde de Joe Biden em foco internacional
A condição de saúde de Joe Biden rapidamente repercutiu na mídia internacional e nas redes sociais. Além do impacto pessoal, o diagnóstico traz à tona discussões sobre os cuidados médicos com líderes políticos idosos, especialmente em um ano marcado por conflitos geopolíticos e disputas eleitorais nos Estados Unidos.
