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| Pedágios do Paraná ficam mais caros a partir desta quinta (28); reajuste de 7,52% eleva tarifas em rodovias da Via Araucária e Litoral Pioneiro. |
Os motoristas que trafegam pelas rodovias do Paraná já estão pagando mais caro para passar pelas praças de pedágio. A partir da 0h desta quinta-feira (28), os preços do lote 1 das concessões estaduais, administrado pela concessionária Via Araucária, passaram por reajuste.
A atualização ocorre um ano e cinco meses após o início da cobrança e segue a aplicação do Índice de Reajustamento Tarifário (IRT), previsto em contrato. Segundo a empresa, o percentual de aumento foi de 7,52%, correspondente à variação do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) entre março de 2024 e agosto de 2025.
Novos valores para veículos leves
Confira, abaixo, quanto passaram a custar os pedágios nas principais praças do lote 1:
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Balsa Nova/São Luiz do Purunã (BR-277): de R$ 8,70 para R$ 9,30
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Porto Amazonas (BR-277): de R$ 10,90 para R$ 11,70
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Irati (BR-277): de R$ 10,20 para R$ 10,90
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Imbituva (BR-277): de R$ 10,00 para R$ 10,70
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Lapa (BR-476): de R$ 11,50 para R$ 12,30
BR-277 sentido Litoral e Porto de Paranaguá
Na rodovia que liga Curitiba ao Litoral, administrada pela EPR Litoral Pioneiro, os preços também foram reajustados. O valor para automóveis subiu de R$ 22,60 para R$ 24,00, representando o mesmo índice de aumento, de 7,52%.
O ajuste vale ainda para as praças de pedágio localizadas em:
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São José dos Pinhais
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Sengés
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Jacarezinho
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Carambeí
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Jaguariaíva
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Cornélio Procópio
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Andirá
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Jataizinho
Motivo do aumento
Segundo nota divulgada pela concessionária, o reajuste é previsto em contrato e necessário para a manutenção dos serviços, qualidade das rodovias e andamento das obras de infraestrutura.
A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) informou que o cálculo não é linear, sendo considerados também fatores técnicos, parâmetros de desempenho e cláusulas contratuais.
Impacto e críticas
Apesar da justificativa oficial, o aumento dos pedágios gera insatisfação entre motoristas e setores produtivos. Muitas vezes, as obras previstas demoram a ser entregues, e quando ficam prontas, já não suprem a demanda do tráfego crescente. Esse histórico de insatisfação acompanha as concessões no Paraná desde os primeiros contratos, firmados ainda nos anos 1990.
