No último dia 23 de setembro de 2025, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ocupou a tribuna da Assembleia Geral da ONU logo após o presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva. Durante seu discurso, Trump mencionou um breve encontro com Lula, destacando que houve uma “excelente química” entre os dois líderes, sinalizando uma boa relação diplomática, mesmo que rápida.
Falando de improviso, Trump começou seu discurso comentando um pequeno contratempo técnico: o aparelho onde deveria estar o texto do discurso não funcionou. Com bom humor, brincou que a pessoa responsável pelo equipamento estaria “bem encrencada”. Apesar disso, o presidente americano seguiu lendo suas falas do papel e abordou diversos temas de seu governo, como a queda da inflação e o aumento do número de empregos nos Estados Unidos.
Sobre questões internacionais, Trump comentou sobre a guerra na Ucrânia e pediu que outros países reduzissem suas compras da Rússia. Também abordou tarifas e afirmou que nações como o Brasil podem enfrentar impactos por certas políticas internas, sem detalhar mais.
Além do encontro com Lula, nesta terça-feira Trump teve reuniões bilaterais com os presidentes da Ucrânia, França e Argentina, aproveitando a agenda cheia de encontros paralelos à Assembleia Geral.
Enquanto a atenção se voltava para os líderes mundiais em Nova York, autoridades locais desarticularam uma rede clandestina de telecomunicações. Segundo as investigações, a rede contava com mais de 100 mil números de telefone anônimos e teria capacidade de gerar um apagão nas torres de celular da cidade, disparando milhões de mensagens e ligações simultaneamente.
O episódio reforça a tensão global com relação à segurança digital, ao mesmo tempo em que evidencia a importância de encontros diplomáticos presenciais entre líderes, mesmo que rápidos, para fortalecer relações e discutir temas estratégicos.
