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Quem é Cilia Flores, Esposa de Nicolás Maduro Capturada pelos EUA

O presidente da Venezuela, Nicolas Maduro, ao lado da primeira-dama Cilia Flores, chega para sua posse em 10 de janeiro de 2025 — Foto: Federico Parra/AFPO presidente da Venezuela, Nicolas Maduro, ao lado da primeira-dama Cilia Flores, chega para sua posse em 10 de janeiro de 2025 — Foto: Federico Parra/AFP

 

Quem é Cilia Flores


Cilia Adela Flores de Maduro, nascida em 15 de outubro de 1956, no estado de Cojedes, Venezuela, é advogada e política influente. Ao longo de sua trajetória, ocupou cargos de destaque, como deputada da Assembleia Nacional, presidente do Legislativo entre 2006 e 2011 — sendo a primeira mulher a assumir o cargo — e Procuradora-Geral da Venezuela entre 2012 e 2013. Em 2017, integrou a Assembleia Nacional Constituinte, criada pelo governo de Nicolás Maduro.


Casada com Nicolás Maduro desde 2013, Flores é considerada uma das mulheres mais poderosas do regime chavista, exercendo grande influência política e sendo conhecida no governo como “primeira combatente”.



Trajetória política e polêmicas


Além de sua carreira política, Cilia Flores esteve envolvida em polêmicas internacionais. Dois de seus sobrinhos foram presos nos Estados Unidos em 2015 por tentativa de tráfico de cocaína. Flores também sofreu sanções internacionais devido a acusações de corrupção e sua ligação direta com o círculo íntimo do poder de Maduro.


A atuação de Flores reflete sua importância no governo chavista, combinando política, estratégia e influência familiar, o que a torna uma das figuras centrais do regime.



Captura e repercussão internacional


Na madrugada de 3 de janeiro de 2026, Cilia Flores foi capturada junto com Nicolás Maduro durante uma operação militar dos Estados Unidos na Venezuela. Ambos foram transportados para os EUA para responder por acusações de narcoterrorismo e crimes relacionados ao tráfico internacional de drogas.


A ação gerou forte repercussão internacional, provocando tensões diplomáticas e atenção global sobre o futuro político da Venezuela. O governador do Paraná, Ratinho Junior, comentou o episódio nas redes sociais, destacando a importância de acompanhar os desdobramentos da crise venezuelana.