Pular para o conteúdo principal

Trump anuncia captura de Nicolás Maduro após operação militar dos EUA na Venezuela

Trump anuncia a captura de Nicolás Maduro após operação militar dos EUA na Venezuela.

 


Ataque dos EUA à Venezuela resulta na captura de Maduro e Cilia Flores


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou a captura do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e de sua esposa, Cilia Flores, após uma operação militar conduzida por forças americanas em Caracas. Segundo Trump, a ação ocorreu durante a madrugada e teve como objetivo levar o líder venezuelano à Justiça dos EUA.


De acordo com o presidente norte-americano, a ofensiva foi realizada contra um complexo militar fortificado no centro da capital venezuelana e contou com apoio das Forças Armadas dos Estados Unidos e do Departamento de Justiça.



Operação militar dos EUA em Caracas


Trump divulga primeira foto de Nicolás Maduro preso nos Estados Unidos.Trump divulga primeira foto de Nicolás Maduro preso nos Estados Unidos.

Trump classificou a ação como uma das operações mais precisas e eficazes já realizadas pelos militares americanos. Segundo ele, os sistemas de defesa da Venezuela foram neutralizados rapidamente, permitindo a entrada das forças de extração sem resistência significativa.


Ainda de acordo com a Casa Branca, não houve mortes entre militares americanos nem perda de equipamentos durante a operação. O ataque ocorreu durante as horas mais escuras da noite para preservar o fator surpresa e reduzir riscos à população civil.



Acusações contra Nicolás Maduro e Cilia Flores


🌍 Últimas do Mundo

  • Carregando...

Durante a coletiva, Trump afirmou que Nicolás Maduro e Cilia Flores foram formalmente acusados no Distrito Sul de Nova York por crimes relacionados a narcoterrorismo. O governo dos EUA acusa o casal de liderar uma rede criminosa responsável pelo tráfico internacional de drogas e por ações consideradas terroristas contra cidadãos americanos.


Segundo Trump, ambos foram colocados sob custódia americana e deverão responder judicialmente nos Estados Unidos, onde as provas reunidas serão apresentadas à Justiça.



Planejamento da missão e atuação das Forças Armadas


Autoridades militares detalharam que a operação, denominada “Resolução Absoluta”, foi planejada ao longo de meses e envolveu integração de forças aéreas, terrestres, navais, espaciais e cibernéticas.


Mais de 150 aeronaves participaram da missão, incluindo caças, bombardeiros, aviões de reconhecimento e helicópteros, além do apoio de agências de inteligência como CIA, NSA e NGA. As defesas aéreas venezuelanas teriam sido desativadas antes da entrada das tropas em Caracas.



Administração temporária e transição política na Venezuela


Trump declarou que os Estados Unidos pretendem administrar temporariamente a Venezuela até que seja possível estabelecer uma transição política considerada “segura, justa e adequada”. Segundo ele, a permanência americana no país seria limitada ao período necessário para reorganizar o Estado venezuelano.


O presidente também destacou a situação da indústria petrolífera do país, afirmando que o setor foi severamente prejudicado ao longo dos últimos anos. De acordo com Trump, empresas americanas poderão investir bilhões de dólares para recuperar a infraestrutura energética e impulsionar a economia venezuelana durante a transição.



Segurança regional e embargo ao petróleo venezuelano


Na coletiva, Trump afirmou que o governo Maduro representava uma ameaça à segurança dos Estados Unidos e da região, citando acusações de tráfico de drogas, envio de grupos criminosos ao território americano e alianças com cartéis internacionais.


O presidente confirmou que o embargo ao petróleo venezuelano permanece em vigor e que forças militares americanas seguem posicionadas estrategicamente, mantendo todas as opções militares disponíveis.



Repercussão internacional


Trump declarou que a captura de Nicolás Maduro marca o fim de um ciclo político na Venezuela e afirmou que o país estaria “livre” após décadas de instabilidade. Até o momento, não houve confirmação oficial do governo venezuelano sobre as declarações do presidente norte-americano.


O episódio segue provocando forte repercussão internacional e levanta questionamentos sobre os impactos políticos, econômicos e diplomáticos da ação dos Estados Unidos na região.