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Trump defende tarifas e critica Brasil: "É assim que enriqueceram"

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Donald Trump durante entrevista à Time Magazine sobre tarifas de importação

Durante uma entrevista à Time Magazine, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a defender com entusiasmo sua política comercial baseada em tarifas de importação. Segundo ele, essa estratégia tem impulsionado a economia americana ao atrair investimentos e aumentar a arrecadação federal.


Brasil, China e Índia na mira de Trump

Trump citou diretamente o Brasil como um exemplo de país que “enriqueceu” ao impor tarifas sobre produtos americanos. “É assim que eles sobrevivem. Foi dessa forma que enriqueceram”, declarou. Ele também mencionou a China e a Índia, alegando que esses países aplicam tarifas extremamente elevadas — em alguns casos chegando a 150%.


Tarifas como estratégia para fortalecer a indústria nacional

O presidente afirmou que manter tarifas elevadas sobre importações seria uma “vitória total” caso a política ainda esteja em vigor após uma eventual volta ao poder. “Se produzirem aqui, não há tarifas”, resumiu Trump, ao defender que as empresas sejam incentivadas a fabricar dentro dos Estados Unidos.


EUA arrecadam bilhões com tarifas, diz Trump

Apesar de não apresentar dados oficiais, Trump garantiu que os EUA estariam arrecadando “bilhões e bilhões de dólares” com as tarifas em vigor. “Somos a maior loja de departamentos da história. Quem quiser comprar de nós, terá que pagar o preço”, afirmou.


Possíveis acordos comerciais e tensão com a China

Mesmo com o tom crítico, Trump revelou que alguns países estão dispostos a negociar. Entre os temas mais delicados está a guerra comercial com a China. Segundo ele, o déficit comercial com os chineses já ultrapassa dois trilhões de dólares, algo que considera insustentável. Ele relatou ter recebido uma ligação do presidente Xi Jinping para discutir o tema, sem revelar detalhes da conversa.


Para Trump, esse cenário está sendo revertido com políticas que forçam empresas a reverem suas decisões de produção, o que já estaria gerando novos investimentos e construção de fábricas no território americano.


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